A que ramo pertence
o
amor perfeito?
Às
obsessões
que
são tubérculos?
À
submissão
que
são plantas aéreas?
Ao
ramo dos exuberantes
como
os girassóis?
O
amor perfeito
viceja
apenas
nas
delicadezas da alma,
na
suprema aspiração
onde
brota a flor
mais
díspar, metafísica,
desarmoniosa
e triste.
Uma abstração
no
jardim secreto
dos
homens crédulos
na
serenidade
e no
círculo da vida.
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