Ando
bêbado de poesia
e
quando me encharco
vem
a necessidade das palavras.
O
álcool das ideias
se
embrenha nas veias poéticas
e
sofro com a vertigem do poema.
Ando
tonto pelas ruas
calçadas
de verbos,
bamboleio
nas esquinas das orações.
Pai
nosso que está no meu poema,
dai-me
hoje a poesia concreta
das
minhas alucinações.
Há
poesia bastante
no
cálice do poema não escrito.
Na
verdade está o vinho
que
entorpece
o
muro das lamentações.
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