Meu coração bate
no peito como uma
máquina
fotográfica.
Minha casa é uma
cidade
pois nela cabem
as esquinas dos
relógios,
o tumulto das
praças
de alimentação,
os corredores das
ruas.
Quando partir,
só os lenços brancos
me encherão os
olhos
como lágrimas de pano.
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